Eleições para os corpos gerentes do SIESI – 9 e 10 de Abril 2019 Um Sindicato Jovem, com História, Dinâmico e de Futuro!
As eleições para os corpos gerentes do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas constituem um importante momento de participação dos sócios na vida do seu Sindicato. Participar nas eleições é dar mais força ao SIESI.
As eleições vão decorrer nos dias 9 e 10 de Abril de 2019 e vai haver dezenas de mesas de voto nas empresas, nas delegações e na Sede, bem como por correspondência, de forma a garantir a maior participação possível no acto eleitoral.
Contacta um delegado ou dirigente sindical (ou directamente para o sindicato) para esclarecer eventuais dúvidas.
O SIESI tomou conhecimento de algumas questões que se passam na Visabeira que são contrárias ao estabelecido na lei e que fundamentalmente prejudicam os trabalhadores.
Os recibos de vencimento não estão a ser entregues até ao dia do pagamento do salário, mas sim 2 ou 3 meses após esse acto, violando o artigo 276º do Código do Trabalho. A empresa, ao ter este procedimento, prejudica os trabalhadores pois não permite que confiram em tempo útil se a retribuição que efectivamente receberam está correcta. Esta situação agrava-se ainda mais, quando é do conhecimento de todos que os trabalhadores são obrigados a fazer muitas horas extraordinárias, não conseguindo assim verificar a correção do respetivo recibo.
Também no que diz respeito às férias não está a ser cumprida a lei. Todos os trabalhadores têm direito a um mínimo de 22 dias úteis de férias que devem ser marcadas por acordo entre a entidade patronal e o trabalhador. Em caso de falta de acordo, o empregador só pode marcar o período de férias entre 1 de Maio e 31 de Outubro, garantindo que um dos períodos de férias terá de ter no mínimo, 10 dias úteis consecutivos.
As condições climatéricas adversas da passada sexta-feira vieram demonstrar as fragilidades do sector eléctrico nacional.
Numa postura deplorável, a EDP veio a público reconhecer que não está preparada para enfrentar este tipo de emergências e que poderá ter de pedir ajuda internacional.
Apesar do esforço hercúleo dos trabalhadores, tanto os da EDP como os dos prestadores de serviços, nesta segunda-feira ainda havia mais de 100 mil consumidores sem fornecimento de energia eléctrica.
Esta situação é, sem sombra de dúvida, resultado directo do desinvestimento a que temos assistido ao longo dos anos, fruto da sede de lucros dos accionistas, que preferem aumentar dividendos em vez de investir em reservas estratégicas para fazer frente a eventualidades como esta.
Este é o resultado da privatização de um sector que é estratégico, tanto para a economia nacional como para garantir o direito dos cidadãos ao acesso à energia.
Num cenário em que muitos asseguram que este tipo de fenómenos se tornará cada vez mais frequente, levanta-se uma interrogação pertinente: O que podem os consumidores esperar de empresas privadas em áreas como esta, a não ser o aumento das tarifas e um serviço cada vez pior?
É tempo de o Estado recuperar o controlo destes sectores, a bem da economia nacional e das populações.
Lisboa, 15 de Outubro de 2018
O Secretariado da Direcção Nacional da Fiequimetal
As condições climatéricas adversas da passada sexta-feira vieram demonstrar as fragilidades do sector eléctrico nacional.
Numa postura deplorável, a EDP veio a público reconhecer que não está preparada para enfrentar este tipo de emergências e que poderá ter de pedir ajuda internacional.
Apesar do esforço hercúleo dos trabalhadores, tanto os da EDP como os dos prestadores de serviços, nesta segunda-feira ainda havia mais de 100 mil consumidores sem fornecimento de energia eléctrica.
Esta situação é, sem sombra de dúvida, resultado directo do desinvestimento a que temos assistido ao longo dos anos, fruto da sede de lucros dos accionistas, que preferem aumentar dividendos em vez de investir em reservas estratégicas para fazer frente a eventualidades como esta.
Este é o resultado da privatização de um sector que é estratégico, tanto para a economia nacional como para garantir o direito dos cidadãos ao acesso à energia.
Num cenário em que muitos asseguram que este tipo de fenómenos se tornará cada vez mais frequente, levanta-se uma interrogação pertinente: O que podem os consumidores esperar de empresas privadas em áreas como esta, a não ser o aumento das tarifas e um serviço cada vez pior?
É tempo de o Estado recuperar o controlo destes sectores, a bem da economia nacional e das populações.
Lisboa, 15 de Outubro de 2018
O Secretariado da Direcção Nacional da Fiequimetal
O instituto Inovinter e os sindicatos da Fiequimetal estão a desenvolver trabalho no âmbito do programa «Qualifica». Saiba como obter informação e orientação, para a qualificação escolar e profissional, e certificação de competências escolares e profissionais (RVCC).
O programa «Qualifica» está vocacionado para a qualificação de adultos, melhorando os seus níveis de educação e formação, com base numa estratégia integrada.
Entre outros objetivos, este programa procura aumentar os níveis de qualificação e melhorar a empregabilidade dos trabalhadores no activo, ajustando as competências às necessidades do mercado de trabalho.
Na reunião decorrida ontem, dia 08-02-2017 a CN/EDP não evoluiu na proposta irrisória de 0,2% que apresentou no início das negociações voltando a afirmar que temos que separar o aumento da produtividade da negociação da tabela.
Repudiamos a mudança de estilo agora introduzida nas negociações e consubstanciada neste figurino de reduzir a negociação da tabela a um ato formal de acerto pela inflação esquecendo o que os trabalhadores contribuem para os resultados da Empresa e que isso deve ser repercutido no seu salario.