Notícias Fiequimetal
Notícias CGTP-IN
- Saudação da Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN aos trabalhadores em luta
- Posição sobre a situação dos trabalhadores eventualmente impedidos de trabalhar devido ao perigo de contágio pelo novo Coronavírus
- Semana da Igualdade de 2 a 6 de Março
- A Situação das Mulheres no Trabalho
- Medidas para Combater as Assimetrias e Desenvolver o Interior
Uncategorised
- Detalhes
ESTRUTURA ORGANIZATIVA SIESI

Mesa da Assembleia Geral
Rogério Silva
Eugénia Ventura * Sónia Mendes * Anabela Câmara * David Cancela
Mesa da Assembleia de Delegados Sindicais
Diogo Correia
Iris Santos * Ângelo Salgado
Conselho Fiscalizador
José Gonçalves
Carlos Lourenço * Pedro Augusto
Coordenador/Presidente
Luis A Santos
Dirigentes dos Departamentos
e Frentes de Trabalho, Órgãos e Estruturas do M.S.U.
Reestruturação Sindical e Administrativa
Luis A Santos
Informação Sindical
Diogo Correia
Organização/Descentralização
Responsável
Diogo Correia
Outros Dirigentes:
Luís Santos;
Luis R Santos;
Igor Oliveira;
Anna Romão;
Anabela Silva;
Bruno Carapito;
Luis Oleiro;
Paula Sobral;
Paulo Renato;
Luis Carvalho;
Hugo Gonçalves;
Rui Aldeano;
Formação Sindical
Diogo Correia
Formação Profissional
Igor Oliveira
Frentes Específicas
Jovens
Hugo Gonçalves
Outros Dirigentes:
Diogo Correia;
Linda Correia;
Fábio Roxo
Igualdade
Anabela Silva
Outros Dirigentes:
Iris Santos;
Sónia Mendes;
Anna Romão;
Eugénia Ventura;
Anabela Câmara;
Diogo Correia;
Paula Sobral;
Sofia Prazeres;
Florbela Paulino;
Bruno Carapito;
Frente de Trabalho para o Sector da Energia
Responsável
Luis A Santos
Outros Dirigentes:
Joaquim Gervásio;
Anabela Câmara;
Ângelo Salgado;
Rui Aldeano;
Carlos Galhós;
Sérgio Dias;
José Gigante;
Tiago Cunha;
Eugénia Ventura;
David Cancela;
Ricardo Morais;
José Gonçalves;
Nuno Carrasco;
Nuno Medalhas;
Hugo Gonçalves;
João Antunes;
Ruben Pereira;
Vitor Andrade.
Departamento de Condições de Vida e Trabalho e Política Reivindicativa
Responsável
Luis A Santos
Outros Dirigentes:
Luís R Santos;
Diogo Correia;
Anna Romão;
Anabela Silva;
Bruno Carapito;
Luis Oleiro;
Paula Sobral;
Paulo Renato;
Luis Carvalho;
Rui Aldeano;
José Patricio;
José Silva;
Fábio Roxo;
Belarmino Rosa;
Delvair Chaves;
Responsável pelo Sector das Instaladoras
Diogo Correia
Outros Dirigentes:
Luís Carvalho;
Rui Aldeano;
Carlos Lourenço
Responsável pela Gestão Financeira
Diogo Correia
Responsáveis pelas Regiões
Madeira
Luis A Santos
Açores
Luis A Santos
Dirigentes dos Açores
Rui Medeiros;
António Sousa;
José Pereira;
Tatiana Amaral;
Luís Medeiros;
Paulo Mariante;
José Silveira;
Rui Vicente:
Fernando Oliveira
Nota: Madeira e Açores, com acompanhamento de Luis A Santos
Setores Elevadores e Diversos
Igor Oliveira / Luís Rodrigues Santos
Outros Dirigentes:
Paulo Pinheiro;
Adérito Varela;
Nuno Silva;
Jorge Couto;
Pedro Bonifácio;
Rui Teixeira;
Tomás Benevides.
Algarve
Sérgio Dias;
Paulo Pinheiro
Beja/Évora/Portalegre
Diogo Correia
Outros Dirigentes:
Joaquim Gervásio;
Pedro Salsinha:
Vitor Andrade
Amadora/Cascais/Oeiras
Mafra/Sintra/Torres Vedras
Paulo Renato
Outros Dirigentes;
Igor Oliveira:
Pedro Augusto,
Bruno Carapito
Luis Oleiro;
Paulo Macário
Lisboa/V.F.Xira
Luis A Santos
Outros Dirigentes
José Patrício
Marco Martins,
Luís Gamboa,
Fábio Roxo;
José Silva;
Belarmino Rosa;
Delvair Chaves;
Sónia Mendes;
Santarém
Rui Aldeano
Outros Dirigentes:
João Antunes
Manuel Perfeito
Pedro Bonifácio
Setúbal
Paula Sobral
Outros Dirigentes:
Luís Rodrigues Santos;
Sofia Prazeres;
Ana Vitória Caires;
Natividade Baião;
Ricardo Morais;
Helena Monteiro;
Florbela Paulino;
Tomas Benevides;
João Carvalho;
Jorge Couto;
Carlos Galhós;
Ângelo Salgado
Constituição da Comissão Executiva
Luis Alexandre Santos
Anna Catarino
Paulo Renato
Paula Sobral
Anabela Silva
Igor Oliveira
Diogo Correia
Bruno Carapito
Rui Aldeano
Luís Rodrigues Santos
Participam ainda na Comissão Executiva outros Dirigentes sempre que se mostre necessário.
Constituição do Secretariado Permanente:
Luís Alexandre Santos
Igor Oliveira
Diogo Correia
- Detalhes
O Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas é a associação sindical constituída pelos trabalhadores nela filiados que, independentemente da profissão, exercem a sua actividade nos seguintes sectores de actividade económica:
- Produção, transporte e distribuição de energia eléctrica e gás;
- Instaladoras eléctricas e de infra-estruturas, telecomunicações, água e gás;
- Fabricação e montagem de material eléctrico, electrónico, de telecomunicações, informático, áudio e vídeo;
- Fabricação e montagem de elevadores, monta-cargas, escadas rolantes e similares;
- Fabricação e montagem de anúncios luminosos e decoração;
- Instalação, reparação e manutenção de material eléctrico, electrónico, de telecomunicações, informático, áudio e vídeo.
Podem igualmente filiar-se no Sindicato todos os trabalhadores que exerçam a sua actividade profissional em empresas prestadoras de serviços, que se integrem em qualquer dos sectores de actividade indicados no número anterior.
Representa, ainda, os trabalhadores electricistas seus associados que prestem serviço noutros ramos de actividade, enquanto não se proceder à reestruturação sindical dos mesmos, bem como os electricistas que, transitoriamente, trabalhem por conta própria.
- Detalhes
Ano de 1939 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Após o encerramento e dissolução dos Sindicatos livres, (construídos pelos portugueses durante a monarquia e a I República), o regime fascista obriga os trabalhadores a agruparem-se em sindicatos corporativos, profissionais, para mais facilmente os dominar, dividir e explorar.
É dentro dessa política que surge em 5 de Julho de 1939 o Sindicato Nacional dos trabalhadores Electricistas, e que em 30 de Janeiro de 1940 o Governo determina que todos os electricistas se devem inscrever no referido sindicato. E em 19 de Outubro do mesmo ano os electricistas inscritos nos Sindicatos Nacionais Ferroviários têm de abandonar esses sindicatos e passar para o Sindicato Nacional dos Electricistas E o mesmo se passa com os electricistas dos outros ramos de actividade.
Tal política leva a que em 1941 o Sindicato tenha já 6.500 sócios, entre os quais uma mulher.
Ano de 1940 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Aprovado em 29 de Abril o Regulamento da Secção Regional do Porto, é extinto o Sindicato Nacional das Centrais Eléctricas. Em 10 de Agosto de 1955 a Secção transforma-se no Sindicato Nacional dos Electricistas do Distrito do Porto.
Ano de 1941 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Em 30 de Janeiro é inaugurada a sede definitiva do Sindicato, na Rua de Santa Justa, em Lisboa.
Aprovado em 23 de Junho o Regulamento da Secção Regional do Centro, a qual se transforma em 6 de Dezembro de 1955, no Sindicato Nacional dos Electricistas do Distrito de Coimbra. O Sindicato passa então a chamar-se Sindicato Nacional dos Electricistas do Distrito de Lisboa.
Ano de 1942 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Em Fevereiro entra em vigor o C.C.T. para os Electricistas das Moagens e em Janeiro do ano seguinte o A.C.T. da CRGE, Companhia de Águas e Empresas de Electricidade.
Em 21 de Novembro tomam posse os Presidentes das Secções Regionais do Norte (Porto) e Centro (Coimbra).
Em 28 de Fevereiro realizam-se as primeiras eleições, mas os electricistas eleitos só tomam posse do lugar em 4 de Dezembro, e o governo fascista recusa sancionar a eleição de três electricistas.Esta recusa e a demora na tomada de posse estão directamente relacionados com as primeiras grandes greves travadas pelos trabalhadores portugueses contra o fascismo, após o 18 de Janeiro de 1934, nas quais participam cerca de 20.000 trabalhadores da região de Lisboa.
Ano de 1943 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
A exemplo do que se passa em vários sindicatos, cujos trabalhadores participaram nas greves de 1942, em 10 de Maio de 1943 são destituídos os Corpos Gerentes eleitos e nomeada pelo governo fascista uma comissão administrativa para gerir os destinos do Sindicato.
Ano de 1945 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Na sequência das grandes greves de 42, 43, e 44 e das manifestações levadas a cabo após o final da II Guerra Mundial, realizam-se eleições na maioria dos sindicatos, o que permite que os trabalhadores se apoderem de cerca de 50 sindicatos. Com a presença de 215 sócios, efectua-se em 15 de Fevereiro a Assembleia do Sindicato dos Electricistas que destitui a comissão administrativa e elege novos Corpos Gerentes.
Ano de 1969 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Em 14 de Abril são eleitos os novos Corpos Gerentes, cuja direcção vai imprimir uma nova dinâmica à actividade sindical, consentânea com a orientação que os sindicatos unitários vinham já praticando.
Ano de 1970 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Após esforços porfiados foi aprovada em 12 de Outubro a XIII especialidade, permitindo, assim, que milhares de trabalhadores das empresas de material eléctrico se inscrevessem no Sindicato.
Ano de 1972 - 35 ANOS SOB O REGIME FASCISTA
Começo da elaboração da proposta do primeiro C.C.T./FMEE, o qual por imposição das multinacionais, só vem a ser publicado após o 25 de Abril de 1974.
O Sindicato adere à Intersindical e começa a participar nas suas reuniões.
Ano de 1974 - O ANO DA REVOLUÇÃO
Em Abril de 1974 todo o sector dos FMEE está em luta pelo seu Contrato havendo empresas em que os trabalhadores entram em greve.
Após a Revolução dos Cravos o Sindicato participa activamente nas acções levadas a cabo pelos trabalhadores, participando na ocupação do Ministério das Corporações, Caixas de Previdência e na grandiosa jornada do primeiro 1º de Maio em liberdade. Luta também contra os despedimentos e encerramento das empresas: CREATOR, ADS, SIGNETICS, CONTROL DATA, SIEMENS, APPLIED, etc...
Em 6 de Junho realiza-se a primeira Assembleia em liberdade, que aprova os estatutos provisórios, passando o Sindicato a designar-se: Sindicato dos Trabalhadores Electricistas do Sul.
Ano de 1975 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
Em 2 de Junho, de acordo já com a lei sindical, a Assembleia em que participam mais de 2.000 associados aprova os novos Estatutos, passando o Sindicato a: Sindicato dos Electricistas do Sul.
Ano de 1977 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
Em 29 de Outubro realiza-se o I Encontro Nacional dos Trabalhadores do Sector dos Fabricantes de Material Eléctrico e Electrónico, com a presença de centenas de delegados e convidados.
Ano de 1978 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
Em 12 de Março finda o processo para a transformação do velho Sindicato Nacional dos Electricistas, horizontal, profissional e corporativo, num Sindicato novo tipo: vertical, pluriprofissional, de ramo de actividade. Surge assim o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas, o SIESI, o qual, desde então, não cessa de crescer e reforçar-se, sendo hoje um dos mais sólidos pilares do Movimento Sindical Unitário.
Ano de 1980 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
É constituída a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Indústrias Eléctricas (FSTIE), mercê do esforço do nosso Sindicato e dos Sindicatos do Norte e Centro.
Ano de 1981 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
São alterados os Estatutos do Sindicato, visando a descentralização sindical e administrativa, o reforço do papel da Assembleia de Delegados, dos Delegados Sindicais e das Delegações. É suprimido o velho Conselho Fiscal, cujas atribuições passam para a Assembleia de Delegados.
Ano de 1982 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
De acordo com os novos Estatutos realizam-se em 31/3 e 1/4 as eleições para a Direcção e Mesa da Assembleia Geral, que foram as mais concorridas de sempre na vida do Sindicato. Pela primeira vez são eleitos dirigentes de todas as zonas em que o SIESI tem associados em número significativo.
Ano de 1983 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
As Delegações do SIESI são redimensionadas e reapetrechadas. Novas Delegações são abertas, 12 Delegações começam a funcionar não só administrativa mas também sindicalmente. São eleitos Secretariados Regionais em oito delas. A descentralização sindical começa a ser uma realidade e o SIESI coloca-se cada vez mais próximo dos sócios.
Ano de 1984 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
A descentralização sindical contínua e consolida-se. O apoio jurídico aos associados é aumentado, passando o SIESI a pagar parte das despesas até então cometidas aos associados.
Ano de 1985 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
Em 9 de Março e 11 de Dezembro, realizam-se Encontros Nacionais dos Trabalhadores da EDP e da Electrónica, respectivamente. O nosso Sindicato tem papel preponderante na realização dos mesmos, os quais constituem importantes passos organizativos. Nelas participam centenas de associados. Por outro lado, o apoio aos associados é de novo aumentado – O SIESI passa a custear metade das despesas dos sócios em processos nos Tribunais de Trabalho.
Ano de 1986 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
O SIESI passa a custear integralmente as custas dos processos dos associados nos Tribunais do Trabalho, reforçando o apoio aos sócios com uma medida de grande alcance social.
Em 6 e 7 de Dezembro tem lugar o I Congresso da nossa Federação – Federação dos Sindicatos das Indústrias Eléctricas de Portugal (FSTIEP), que deixa toda a estrutura sindical do Ramo, a nível nacional, mais apetrechada para a defesa dos interesses dos trabalhadores das Indústrias Eléctricas. O nosso Sindicato tem papel importante na realização deste I Congresso.
Ano de 1987 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
Novos estatutos / Nova dinâmica sindical – reajustamento dos órgãos do Sindicato, com a criação de 14 Direcções Regionais e Locais., aproximação aos associados das várias regiões, de molde a servi-los melhor. Criação do Conselho Fiscalizador – procura de uma maior maior eficácia e rigor na relação de actividade administrativa com a actividade sindical. Pequenas correcções, aconselhadas pela prática, no sentido de uma actualização geral oportuna.
Ano de 1989 - 15 ANOS DE LIBERDADE (1974 a 1989)
Comemorações do 50º aniversário.











