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FIEQUIMETAL
A apresentação de resultados de 2018 da EDP do plano estratégico da administração para o período de 2019/22 só pode gerar mais indignação aos trabalhadores.

A famigerada redução de lucros, de que serve a administração para justificar propostas de aumentos muito abaixo do aceitável, já havia sido anunciada no ano passado.

Convém não esquecer que o resultado líquido em 2018 de 1113 milhões de euros, foi obtido à custa da alienação de activos, como a distribuição de gás em Portugal e Espanha e a venda de mini-hídricas em Portugal e no Brasil, assim como a central de biomassa.

Porque os anos passam e a memória deve ficar em abono da verdade, a Fiequimetal relembra que desde 2012 a EDP vendeu 3,1 mil milhões de activos, o que lhe permitiu manter os lucros numa fasquia superior aos mil milhões de euros. E os Trabalhadores?

 

Mas se é verdade que se foram os anéis, não é menos verdade que no universo EDP sobram os dedos. Contudo as expectativas da administração são de regresso aos lucros acima dos mil milhões nem que para isso tenha de vender também os “dedos”.

É isso que a administração agora propõe ao pretender vender toda a produção térmica na Península Ibérica reduzindo, assim, o parque de produção da EDP em cerca de 20%.

Está, ainda, previsto que possam ser alienadas mais algumas centrais hídricas que estejam no regime livre.

FICAM NO AR ALGUMAS PERGUNTAS:

  1. O que vai acontecer aos trabalhadores dos activos que forem alienados? Como ficam os seus direitos?
  2. Como é que uma empresa que teve uma redução dos lucros para 519 Milhões de euros se propõe pagar aos acionistas mais de 694 Milhões?
  3. Por que razão se mantem a distribuição de lucros a um nível fora do razoável, mas não se discute um aumento digno de salário para os trabalhadores?
  4. O que leva a administração a adoptar uma estratégia semelhante àquela que destruiu a Portugal Telecom?

Quem cala consente

Por isso mesmo a resposta dos trabalhadores deve ser firme. Os trabalhadores não devem ficar calados perante a falta de respeito que esta administração mostra por nós, pelo nosso trabalho e pelo lucro que criamos.

Juntos, devemos defender os nossos salários, os nossos direitos, o património e a riqueza que ajudamos a criar.

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