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Hanon 9797

Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN estará presente dia 27, pelas 16h00, a contactar os trabalhadores.

A boa adesão dos trabalhadores às greves parciais na Hanon Systems, em Palmela, fez recuar a administração da empresa na sua intransigência em não querer negociar o caderno reivindicativo.

Depois da demonstração de força e unidade dos trabalhadores, a empresa viu-se na obrigação de subir a sua proposta de aumento salarial para os 25€ nos salários até 1.000€, e 2,5% nos salários superiores a 1.000€.

No entanto, os trabalhadores rejeitam esta proposta, por aumentar o fosso entre os salários, por estar aquém das necessidades dos trabalhadores e das possibilidades da empresa e por não haver resposta à maioria das reivindicações presentes no caderno reivindicativo.

Assim, os trabalhadores não têm outra solução que não seja a de paralisar, de novo, a produção naquela que será a 5ª greve parcial, no dia 27 de Março, tendo em vista uma outra resposta por parte da empresa nomeadamente no que diz respeito: ao aumento dos salários de forma digna e justa; à uniformização dos horários de trabalho; à redução dos horários de trabalho e inclusão do tempo de refeição no período efectivo de trabalho; a reposição dos direitos relativos ao pagamento dos tempos relacionados com consultas médicas e outras de natureza equiparada; bem como outras reivindicações presentes no caderno reivindicativo.

No dia 27, pelas 16h00, irão estar presentes dirigentes do SIESI, bem como Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP-IN, para prestar declarações à comunicação social e dar nota dos desenvolvimentos da negociação e da luta em curso.

Ler nota aos Órgãos de Comunicação Social