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20170623CartaReivindicativaTrabalho por Turnos sintese 1

PETICAO PRECARIEDADE 250

SIESI Informa - Abril 2017

jornalsiesiCONTINENTE

Leis & Direitos

Direitos de parentalidade



Acção Sindical

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Exigimos que a Administração assuma o espirito da negociação do ACT

Realizou-se no dia 16 de Setembro mais uma ronda de negociação do ACT da EDP. A revisão do subsídio do Subsídio de Estudo é uma das matérias ainda em aberto para cuja reivindicação o sindicato considera importante a participação ativa dos trabalhadores, face à posição recuada da empresa. Estiveram ainda em cisma da mesa as questões relacionadas com os protocolos acordados e a vigorar nas Centrais de Mortágua e da FISIGEN (Barreiro), bem como a transferência do Centro de Telecomando da Régua para o Porto.

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No início de mais um ano letivo, a direção do SIESI estabeleceu com o Centro de Explicações e Apoio Pedagógico Acrescido – O ESTUDANTE, um protocolo de parceria em que os seus associados poderão beneficiar de um desconto de 10% sobre os preços de tabela deste centro.

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Pelo cumprimento do A.E.
Pela aplicação do horário de trabalho

Tendo como prioridade é defender os postos de trabalho, exigir o cumprimento e melhorar o Acordo de Empresa, a Comissão Negociadora Sindical do SIESI esteve reunida, no dia 25 de Agosto, com a Comissão Negociadora Patronal, e com o representante da DGERT para prevenção de conflitos. Registou-se alguma abertura da administração para atender às pretensões dos trabalhadores mas não há acordo com a totalidade da contraproposta apresentada pela empresa.

 

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Informação sobre a negociação do Subsidio de estudos a descendentes de trabalhadores e reformados

 

Conforme temos vindo a informar regularmente continuaram as negociações sobre o Subsidio de Estudo a Descendentes de Trabalhadores e Reformados.

Nas ultimas reuniões realizadas continuamos a debater com a Empresa a forma de dotar o novo paradigma deste subsidio de forma a respeitar, no seu global, o custo estimado anteriormente, ao mesmo tempo que se trabalhou em varias hipóteses de forma a garantir que:

  • O Subsidio atinja o máximo de estudantes abrangidos.
  • Que todos os abrangidos tenham direito a um subsídio.
  • Que todas as alterações e formas de organização recente do sistema escolar sejam contempladas.
  • Sejam reconhecidas as situações específicas dos diversos graus de ensino.
  • Criar regras claras e compreensíveis por todos de forma, a que não existam dúvidas quanto à sua aplicação.
  • Os valores dos subsídios sejam significativos e representem, de facto, um reconhecimento ao esforço do desenvolvimento escolar.

Estas reuniões vão ainda continuar nestas próximas semanas para que se consiga atingir um acordo de forma a poder ser processado o subsídio da época escolar 2015/2016 o mais breve possível.

Sindicaliza-te

Na Sindicalização está a força dos trabalhadores

 

Lisboa, 30 de Agosto de 2016

A CNS/Fiequimetal

 

Informação Fiequimetal-EDP

Tribunal dá razão ao SIESI

Vitória das trabalhadoras da CSP

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O tribunal do trabalho de Almada deu razão ao SIESI na denúncia da prática de irregularidades cometidas pela empresa CSP a 22 trabalhadoras.

Em 2009, a direcção da empresa decidiu suspender a actividade em dez dias nos meses de Junho a Outubro, que teriam de ser depois compensados pelos trabalhadores em datas a determinar pela direcção da empresa, todos respeitantes a sábados (dias de descanso complementar). A CSP decidiu ainda retirar a 22 trabalhadoras, que não aceitaram esta decisão, os dias de salário correspondentes.

Tendo conhecimento desta situação, o SIESI pediu de imediato a intervenção da ACT de Almada e esta, por sua vez, recorreu para tribunal, dando razão às trabalhadoras e ao SIESI e determinando a devolução dos dias de salário das trabalhadoras (2539,53€) bem como o respectivo pagamento à Segurança Social (991,55€).

Apesar da lamentável demora da decisão, a acção e persistência das trabalhadoras e do sindicato prevaleceu perante a prática ilegal do patrão.

 Vale sempre a pena lutar, não te cales! Luta!

 Junta-te a quem te defende, sindicaliza-te!

cgtpLogo SIESI

cuco 

Os “cucos” voltaram?

 

Uma “informação” que circulou, recentemente, pelos e-mails da empresa “anunciava a salvação”. As “38 horas que tinham voltado a dois locais de trabalho”, por força de um “acordo” não explicado, por motivos óbvios, desde a sua impossibilidade técnica até à negação da empresa de que exista algo de verdadeiro naquela “boa nova”.

É também difícil perceber qual a intenção e alcance, pois nada se explica, nem apresenta em concreto, resumindo-se a um emaranhado de letras.

De facto, fala da central de Mortágua e não sabemos se há alguma legitimidade para o fazer por se representar os trabalhadores daquela instalação, mas da outra que é chamada à conversa (Fisigen) não pode, nem a brincar, quanto mais a sério, vir a ser envolvida ou até colocada na condição de alguém lá ter “posto um ovo”, quando não se representa nenhum trabalhador. Mais, já numa incursão nestas lides de data anterior até uma instalação já encerrada era alvo também do “negócio”.

Foi, então, que nos lembrámos que poderia ter sido o regresso dos “cucos”, embora fora de época, e que são uma espécie conhecida como parasita, pois não constroem os ninhos, mas depositam os ovos nos ninhos dos outros!

Mas, ficou a dúvida se seriam mesmo os “cucos”, pois que se saiba aqueles não inventam e muito menos se lembrariam das 38 horas onde elas são impossíveis de existir, o que é óbvio para quem saiba, no mínimo, do que fala ou, então, estamos perante um novo relógio: o de “cuco” barato (low-cost) e, por isso, com menos horas!

Sim…pois…salvar e tudo…e à “borla”… à farta!

As soluções e compensações são um problema de quem o tem, bem como da legitimidade que advém da representação e de saber o que os trabalhadores pretendem, com seriedade e participação daqueles nos processos, o que nos leva a ter já programado Plenários para o próximo mês, visando a análise das novas realidades, recentemente surgidas, e a adequação àquelas dos acordos, esses sim, firmados e aprovados pelos trabalhadores.

Todos sabemos que os“almoços gratuitos” pagam-se bem caros. Fica no entanto, a curiosidade de quem será o “patrocínio”desta aventura e que se confina às redes sociais e, estranhamente, à utilização dos e-mails da EDP.

Os trabalhadores e os seus verdadeiros interesses e direitos não se compadecem com brincadeiras de muito mau gosto. Como todos sabemos: “o que é barato sai caro!”.

A Direcção – 25 de Agosto 2016

 

Comunicado EDP 25/08/2016

Pela melhoria das condições de trabalho no Subsector dos Elevadores! 

elevadores 1 agosto

Os Dirigentes Sindicais do SIESI no Subsector dos Elevadores estiveram reunidos no passado dia 22 de Julho para discutir e delinear a acção sindical a desenvolver nas empresas de elevadores e escadas rolantes.

A prioridade da acção sindical é defender os postos de trabalho, combater a precariedade, exigir o cumprimento dos direitos consagrados na contratação colectiva, aumentar a representatividade dos trabalhadores através da sindicalização, eleição de delegados sindicais e de representantes dos trabalhadores para segurança e saúde no trabalho.

Nos próximos meses serão realizadas várias reuniões das Comissões Sindicais das empresas representadas pelo SIESI para por em prática o Plano de Acção Sindical Integrada, bem como agendar os plenários nos inúmeros locais de trabalho para apresentar os Cadernos Reivindicativos para 2017, conforme orientação da CGTP/Fiequimetal, bem como continuar a dar resposta aos problemas existentes nas empresas.

Para o sucesso da luta dos trabalhadores é fundamental a participação de todos, sem excepção, pois só em conjunto é que poderemos conseguir reunir com o maior número de trabalhadores, aprovar a acção reivindicativa para cada empresa, bem como definir as acções colectivas para o Subsector.

 Pel’a Direcção do SIESI 

 A luta é o caminho! Sindicaliza-te! Defende os teus direitos! Juntos somos mais fortes!

Os trabalhadores dos call centers da EDP iniciaram hoje um período de 48 horas de greve. Reclamam melhores salários e melhores condições de trabalho.
Declarações de Pedro Almeida, Sind. Indústrias Elétricas do Sul e Ilhas; Arménio Carlos, CGTP; Rita Rato, PCP.
SIC - Primeiro Jornal

Nova greve nos call-centers da EDPOs trabalhadores dos call-centers da EDP, contratados através do regime de prestação de serviços pela Randstad, decidiram em plenário marcar uma nova greve para os dias 25 e 26 de Julho, com concentração junto à sede da Randstad, no dia 25 entre as 9:00 e as 16:00, contra a intransigência da administração da empresa que continua a oferecer um aumento salarial de 1 euro por mês.

225-lisboajpg.png«Construir o futuro é combater todas as formas de precariedade, é exigir o aumento dos salários, é reduzir e regular os horários de trabalho. Cada posto de trabalho tem de corresponder a um contrato efetivo. Mais salário representa uma real melhoria do poder de compra dos trabalhadores. As 35 horas para todos e sem adaptabilidades, banco de horas e outras desregulações nos horários de trabalho são essenciais para a melhoria de qualidade de vida dos trabalhadores.
Luta e sindicaliza-te, é a resposta mais firme à exploração que o patrão impõe!»