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- CGTP-IN rejeita as recomendações da OCDE sobre o sistema de pensões
- CGTP-IN solidária com o povo e os trabalhadores de Moçambique, Malawi e Zimbabué
- Conselho Nacional marca Manifestação Nacional para o dia 11 de Abril
- Cresce a mobilização para a Manifestação de Jovens Trabalhadores - 28 de Março
Subsector Elevadores discute estratégia
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Pela melhoria das condições de trabalho no Subsector dos Elevadores!

Os Dirigentes Sindicais do SIESI no Subsector dos Elevadores estiveram reunidos no passado dia 22 de Julho para discutir e delinear a acção sindical a desenvolver nas empresas de elevadores e escadas rolantes.
A prioridade da acção sindical é defender os postos de trabalho, combater a precariedade, exigir o cumprimento dos direitos consagrados na contratação colectiva, aumentar a representatividade dos trabalhadores através da sindicalização, eleição de delegados sindicais e de representantes dos trabalhadores para segurança e saúde no trabalho.
Nos próximos meses serão realizadas várias reuniões das Comissões Sindicais das empresas representadas pelo SIESI para por em prática o Plano de Acção Sindical Integrada, bem como agendar os plenários nos inúmeros locais de trabalho para apresentar os Cadernos Reivindicativos para 2017, conforme orientação da CGTP/Fiequimetal, bem como continuar a dar resposta aos problemas existentes nas empresas.
Para o sucesso da luta dos trabalhadores é fundamental a participação de todos, sem excepção, pois só em conjunto é que poderemos conseguir reunir com o maior número de trabalhadores, aprovar a acção reivindicativa para cada empresa, bem como definir as acções colectivas para o Subsector.
Pel’a Direcção do SIESI
A luta é o caminho! Sindicaliza-te! Defende os teus direitos! Juntos somos mais fortes!
Aos trabalhadores do grupo EDP
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Os “cucos” voltaram?
Uma “informação” que circulou, recentemente, pelos e-mails da empresa “anunciava a salvação”. As “38 horas que tinham voltado a dois locais de trabalho”, por força de um “acordo” não explicado, por motivos óbvios, desde a sua impossibilidade técnica até à negação da empresa de que exista algo de verdadeiro naquela “boa nova”.
É também difícil perceber qual a intenção e alcance, pois nada se explica, nem apresenta em concreto, resumindo-se a um emaranhado de letras.
De facto, fala da central de Mortágua e não sabemos se há alguma legitimidade para o fazer por se representar os trabalhadores daquela instalação, mas da outra que é chamada à conversa (Fisigen) não pode, nem a brincar, quanto mais a sério, vir a ser envolvida ou até colocada na condição de alguém lá ter “posto um ovo”, quando não se representa nenhum trabalhador. Mais, já numa incursão nestas lides de data anterior até uma instalação já encerrada era alvo também do “negócio”.
Foi, então, que nos lembrámos que poderia ter sido o regresso dos “cucos”, embora fora de época, e que são uma espécie conhecida como parasita, pois não constroem os ninhos, mas depositam os ovos nos ninhos dos outros!
Mas, ficou a dúvida se seriam mesmo os “cucos”, pois que se saiba aqueles não inventam e muito menos se lembrariam das 38 horas onde elas são impossíveis de existir, o que é óbvio para quem saiba, no mínimo, do que fala ou, então, estamos perante um novo relógio: o de “cuco” barato (low-cost) e, por isso, com menos horas!
Sim…pois…salvar e tudo…e à “borla”… à farta!
As soluções e compensações são um problema de quem o tem, bem como da legitimidade que advém da representação e de saber o que os trabalhadores pretendem, com seriedade e participação daqueles nos processos, o que nos leva a ter já programado Plenários para o próximo mês, visando a análise das novas realidades, recentemente surgidas, e a adequação àquelas dos acordos, esses sim, firmados e aprovados pelos trabalhadores.
Todos sabemos que os“almoços gratuitos” pagam-se bem caros. Fica no entanto, a curiosidade de quem será o “patrocínio”desta aventura e que se confina às redes sociais e, estranhamente, à utilização dos e-mails da EDP.
Os trabalhadores e os seus verdadeiros interesses e direitos não se compadecem com brincadeiras de muito mau gosto. Como todos sabemos: “o que é barato sai caro!”.
A Direcção – 25 de Agosto 2016
Vitória das trabalhadoras da CSP
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Tribunal dá razão ao SIESI
Vitória das trabalhadoras da CSP

O tribunal do trabalho de Almada deu razão ao SIESI na denúncia da prática de irregularidades cometidas pela empresa CSP a 22 trabalhadoras.
Em 2009, a direcção da empresa decidiu suspender a actividade em dez dias nos meses de Junho a Outubro, que teriam de ser depois compensados pelos trabalhadores em datas a determinar pela direcção da empresa, todos respeitantes a sábados (dias de descanso complementar). A CSP decidiu ainda retirar a 22 trabalhadoras, que não aceitaram esta decisão, os dias de salário correspondentes.
Tendo conhecimento desta situação, o SIESI pediu de imediato a intervenção da ACT de Almada e esta, por sua vez, recorreu para tribunal, dando razão às trabalhadoras e ao SIESI e determinando a devolução dos dias de salário das trabalhadoras (2539,53€) bem como o respectivo pagamento à Segurança Social (991,55€).
Apesar da lamentável demora da decisão, a acção e persistência das trabalhadoras e do sindicato prevaleceu perante a prática ilegal do patrão.
Vale sempre a pena lutar, não te cales! Luta!
Junta-te a quem te defende, sindicaliza-te!














