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Acção Sindical

GREVE

CARNAVAL

05 de MARÇO

É CARNAVAL. NÃO LEVEM A MAL!

Conforme decidido pelos trabalhadores, a greve em reivindicação do gozo do feriado de Carnaval está declarada.

Nos termos e para os efeitos do Artigo 57ª da Constituição da República Portuguesa e do Código do Trabalho, nomeadamente do seu artigo 534º, os trabalhadores da Randstad II Prestação de Serviços Lda., estarão em greve.

A greve inicia-se pelas 00:00 da terça-feira de Carnaval, dia 05 de Março de 2019 até à 1:00 do dia seguinte, 06 de Março de 2019.

O exercício da greve é um direito que assiste a todos os trabalhadores, sindicalizados ou não.

Caso a empresa declare o direito do gozo do feriado nos termos da lei, a greve consdierar-se-á suspensa.

LER COMUNICADO

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Os trabalhadores da Prysmian/CelCat, reunidos em plenário no dia 19 de Fevereiro de 2019, aprovaram por unanimidade a seguinte moção:

Moção

Considerando:

1-Considerando que já decorreram 4 reuniões de negociação do Acordo de Empresa sem que a Direção da Prysmian/CelCat avance com qualquer proposta de valor para os salários e para as condições de trabalho do Acordo de Empresa.

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Temos um papel determinante na defesa dos direitos e de melhores condições de trabalho!

O SIESI e a Comissão Sindical apelam à participação de todos nos Plenários que se irão realizar, nas instalações da EXPO, na próxima quinta-feira, dia 21 de Fevereiro de 2019, pelas 10, 15 e 18h, e nas instalações da Quinta do Lambert, na próxima sexta-feira, dia 22 de Fevereiro de 2019, pelas 10, 15 e 18h.

E nas instalações do Edifício XEROX, na próxima segunda-feira, dia 25 de Fevereiro de 2019 pelas 10:00 e outro pelas 15:00, e nas instalações do Edifício América, na próxima terça-feira, dia 26 de Fevereiro de 2019 pelas 15:00.

Nestes será feito um ponto de situação dos processos em curso, seus desenvolvimentos e propostas algumas medidas a desenvolver

Ver Comunicado aos trabalhadores Randstad II Prestação de Serviços Lda

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INFORMAÇÃO Nº 03

Realizou-se, dia 31 de Janeiro de 2019, a segunda reunião negocial para revisão do Acordo de Empresa.

Conforme previsto na reunião protocolar, nesta estaria presente a responsável pela área financeira, para explicar os resultados de 2018, o que não sucedeu por indisponibilidade da mesma.

No entanto, foi entregue a demonstração de resultados de 2018 que iremos analisar e, na próxima reunião, no dia 7 de Fevereiro de 2019, colocaremos as nossas dúvidas e posição.

Thyssenkrupp

A Comissão Intersindical da Fiequimetal valoriza a participação, mobilização e afirmação dos trabalhadores contra a tentativa de imposição de horários por turnos, em toda a empresa, que poderia afectar todos os trabalhadores. A luta traz resultados! Esta postura deve-se manter por parte dos trabalhadores, até que seja alcançado um acordo que seja positivo para todos. Até lá, a intenção de alteração do Serviço Thyssen Mais por parte da direcção fica, oficialmente, sem efeito.

Ler comunicado aos Trabalhadores da Thyssenkrupp Elevadores

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Obra de MUTES – (DES) CUBISMO CONTORNISMO O Culambismo

2019 – TEMPO DE AGIR

A COMISSÃO SINDICAL DO SIESI E A DIREÇÃO DESEJAM UM OPTIMO 2019, CHEIO DE LUTAS E CONQUISTAS.

O SIESI INFORMA:

GREVES – Os trabalhadores da Randstad estão de parabéns pela sua forte adesão à greve. Não fazemos greves só por fazer, a greve representa a perda de retribuição, mas é um investimento do trabalhador nas suas reivindicações, é o recurso que os trabalhadores decidiram quando não há respeito, respostas e evolução. Não temos contratos de colaboração, temos contratos de trabalho, existe uma relação de trabalho para ser respeitada. O nosso trabalho tem valor e somos nós que temos que exigir a sua valorização uma vez que a empresa não valoriza automaticamente. Não vamos mendigar, vamos lutar para conquistar. Cumprimos os nossos deveres e exercemos os nossos direitos. Exigimos respostas e discussão sobre as matérias reivindicativas. Na falta de resposta agimos. A adesão à greve dos trabalhadores Randstad reflete o seu grau de satisfação com a empresa. Os trabalhadores exigem respostas.

Esclarecimento – Os trabalhadores Randstad deliberaram com o SIESI, por meios idóneos, a realização de dias de greve por altura do Natal e Ano Novo, não se tratou de uma festa de Jingle Bells e foguetes, e sim de reivindicações justas que querem ver respeitadas pela Randstad.

Há um sindicato que te defende!

O SIESI tem iniciado contactos para discutir a situação do sector das instaladoras e das condições de trabalho dos seus trabalhadores.

No entanto, de ano para ano, fica cada vez mais evidente a necessidade de defender e valorizar o sector bem como valorizar os trabalhadores que todos os anos com o seu trabalho geram lucros em muitos casos avultados às empresas para as quais trabalham.

É urgente:

  •  Dignificar as profissões dos trabalhadores das instaladoras;
  • Actualizar os salários e os subsídios de alimentação e outras remunerações;
  • • Corrigir as discriminações existentes;
  •  Combater a precariedade e garantir que a cada posto de trabalho permanente corresponda um contrato com vínculo efectivo;
  •  Garantir mais e melhores condições de trabalho (segurança, protecção, prevenção).

Avançar nos direitos dos trabalhadores das instaladoras!

Após reunião de trabalhadores da JJ Tomé na sede do SIESI, o sindicato enviou uma comunicação à empresa com alguns pontos que a empresa deve ter em consideração, tais como: a actualização dos salários num valor não inferior a 50€ para todos os trabalhadores; actualização do subsídio de alimentação e outras matérias pecuniárias, como por exemplo o valor do subsídio de prevenção e o valor da diária.

Anteriormente, o SIESI reuniu com a empresa para avaliar a situação do sector e as perspectivas de melhoria das condições de trabalho. Apesar dos constrangimentos que são impostos às empresas instaladoras por parte das empresas para as quais prestam serviços (EDP, REN, Altice, entre outras) é de registar que as empresas instaladoras sentem agora a necessidade de agir em conjunto para defender o sector e, assim, ter outra força na negociação com aquelas empresas.

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A fase actual da situação política nacional permitiu reverter ou limitar alguns dos processos de privatização encetados pelo anterior governo PSD/CDS. No entanto, o Sector Empresarial do Estado continua sob forte pressão e algumas das empresas que dele fazem parte mantêm-se na mira da privatização. Estas empresas têm um papel fundamental no desenvolvimento económico e social do país pela sua importância estratégica e pelos serviços públicos que prestarem à população, como é o caso dos transportes públicos, dos correios e das águas.

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Na proposta para 2019 que apresentou à administração da EDP, depois de aprovada em plenário nacional de delegados, a Fiequimetal exige aumento dos salários que permita crescimento real do rendimento dos trabalhadores. 

Num comunicado em distribuição nas empresas do Grupo EDP, a federação assinala que a proposta de aumento salarial geral em quatro por cento, assegurando um mínimo de 50 euros, vai ao encontro da melhoria do poder de compra dos trabalhadores, especialmente dos que são abrangidos pelas bases de remuneração mais baixas, onde se inclui grande parte dos jovens trabalhadores, atingidos por desigualdades que importa corrigir.

Na proposta são considerados os dados económicos da EDP nos últimos anos.

Numa análise dos resultados apresentados pela empresa desde 2012 ressalta que, embora as vendas e serviços prestados tenham diminuído 3,6 por cento, o resultado líquido do grupo aumentou 21,9 por cento e a distribuição de dividendos aos accionistas cresceu 13,3 por cento.

Em sentido contrário evoluíram os encargos com salários dos trabalhadores, que diminuíram 2,1 por cento. Urge inverter esta tendência.

Enquanto isto, aumentou a desigualdade. A remuneração mais alta passou de 24 para 37 vezes superior à remuneração média. A remuneração mais alta vale 135 vezes a mais baixa.

A Fiequimetal demonstra na sua proposta que a administração do Grupo EDP não tem qualquer motivo, excepto o da opção política (aumento dos lucros), para não distribuir de forma mais justa a riqueza produzida, e não valorizar o trabalho e os trabalhadores.

No comunicado apela-se a que os trabalhadores participem nos plenários que se irão realizar no decurso do processo negocial.