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PETICAO PRECARIEDADE 250

SIESI Informa - Abril 2017

jornalsiesiCONTINENTE

Leis & Direitos

Direitos de parentalidade



Acção Sindical

Face à posição inaceitável da empresa…
Somos NÓS que temos de determinar o futuro!
A Comissão Sindical do SIESI, na procura de encontrar soluções que ponham efectivamente termo a precariedade que procura ser imposta, via contratos de salários baixos e do recurso a prémios para que possa impor ritmos e exigências no limite, faturar o máximo e deixar-nos as migalhas.
Os direitos são, desta forma, coisa que se procura afastar, embora ceda pontualmente, para procurar dar uma ideia diferente e ilusória de abertura para mudar, como sucedeu com o dia de aniversário, mas apenas para alguns, dado que não foi aplicado a todos os trabalhadores do projecto NOS e as regras fossem mais penalizadoras do direito se as compararmos com outros projectos da empresa.

POSIÇÃO SOBRE O ANEXO VIII/ACT
(SISTEMA COMPLEMENTAR DE SAÚDE)
A CNS/Fiequimetal apresentou formalmente em reunião realizada ontem, 03-07-2018, à administração da EDP a sua posição sobre o quadro de melhorias e clarificações que têm obrigatoriamente de ser efetuadas sobre o sistema complementar de saúde dos Trabalhadores.

LER COMUNICADO

QUANTOS DIAS DE FÉRIAS TENS POR ANO?

A TYCO continua a insistir numa interpretação errada e abusiva da lei, convertendo as horas de trabalho de quem trabalha no regime de horário concentrado em equivalentes dias de férias.

Mas o que a Lei diz é claro: o artigo 238º do Código do Trabalho refere que “o período anual de férias tem a duração mínima de 22 dias úteis”, não fazendo distinção entre trabalhadores a laborar num horário de trabalho normal ou noutro horário qualquer, como o horário concentrado praticado pela empresa.

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O grupo de jovens do SIESI convida-te a participar no dia 14 de Julho numa Churrascada Contra a Precariedade, em Montachique, com muito convívio, música e actividades (eventualmente futebol e jogos tradicionais). Além da festa, haverá também um momento para protestar contra as recentes propostas do Governo do PS que vêm facilitar e legalizar a precariedade e que introduzem novos elementos de instabilidade para os trabalhadores e em especial para os mais jovens. 

Haverá um autocarro a sair da sede do SIESI às 9h30 e regresso previsto por volta das 17h30. A iniciativa terá um custo de 2,5 churrascos para sócios do SIESI e de 5 churrascos para não-sócios (a pagar no autocarro ou na entrada da iniciativa).

IMPORTANTE! Para melhor organização da iniciativa, os participantes devem preencher a ficha de inscrição (em anexo) e enviar para o email do SIESI (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.), preenchendo o formulário online (aquihttps://goo.gl/forms/EdwZKzqb10kjt6UA2) ou entrando em contacto com os delegados e dirigentes do SIESI. 

Vemo-nos dia 14 de Julho! 

Pela Direcção do SIESI 
Diogo Correia - 91 769 88 11 

 

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Empresa confessa “erro e culpa”…baixinho!

Admissões “por baixo” não são solução para nada e não o alterar é uma total irresponsabilidade!

O ACT 2014 teve condicionantes que todos conhecem, particularmente as que a empresa procurou explorar através da utilização das prerrogativas do Código do Trabalho, particularmente a possível “caducidade do ACT e da esmagadora maioria dos seus direitos”.

Muito esquecidos desta situação e posições à altura, vamos ouvindo muitas coisas que se revelam como meras tentativas de iludir os trabalhadores, apostar na sua desmobilização e defesa dos direitos, aliás ao que a empresa bate palmas.

Pela nossa parte, entendemos que é necessário reconduzir um conjunto de situações à sua real expressão, contribuindo para a construção de bases que permitam a correspondência às realidades que se coloquem a cada momento.

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Decorreu ontem, dia 06-06-2018 uma reunião convocada pela administração com o objectivo de informar os representantes dos trabalhadores sobre a Oferta Publica de Aquisição feita pela “China Three Gorges” (CTG) sobre a EDP e sobre a EDP Renováveis.

A administração realçou a declaração de intenções de CTG de manter a EDP como empresa portuguesa, com sede em Lisboa e cotada na bolsa e de contribuir para o reforço da sustentabilidade e do negocio da EDP.

A FIEQUIMETAL afirmou que, na nossa opinião, o que seria realmente importante seria o retomar do controlo da EDP por parte do Estado Português por forma a garantir a nossa soberania e poder decisório sobre um sector que é estratégico e dos mais importantes para a nossa economia.

comunicado Greve 13 de Junho de 2018

Os trabalhadores da Randstad II irão paralisar no período compreendido entre as 00:00 horas dia 13 de Junho de 2018 e as 01:00 horas do dia 14 de Junho de 2018.

São objectivos desta paralisação:

- A negociação efectiva das reivindicações salariais, subsídio de refeição, carreiras, discriminações e outras apresentadas através de caderno reivindicativo apresentado à empresa, entre elas o gozo dos feriados de Carnaval e o Municipal;

- Pelo fim da instabilidade e de uma estratégia, de recurso a empresas de prestação de serviços, cujo único objectivo se traduz na precarização das condições de trabalho dos trabalhadores que prestam um serviço imprescindível à actividade e obrigações das empresas (EDP, VODAFONE, PT/MEO, NOS, NESTLÉ, L´OREAL, etc.) aumentando os lucros de milhões destas empresas.

LER COMUNICADO AOS TRABALHADORES

EDP não assume o acordo sobre o subsídio de estudo!

Conforme havíamos informado anteriormente, realizou-se no dia 16 de maio, em Lisboa, reunião com a administração no âmbito das negociações das matérias pendentes do ACT/2014.

Tendo a administração assumido o compromisso de nesta reunião, informar sobre a sua posição final de aplicar o acordo obtido para os subsídios de estudos a descendentes, a empresa, estranhamente comunicou que não irá aplicar o acordo alcançado na reunião de 09 de maio, apresentando mais uma vez o argumento de não ter sido possível obter acordo de todas as comissões negociadoras sindicais, estratégia que aliás já tinha sido utilizada em outubro de 2016, como forma de fugir a um acordo, daí resultando um enorme prejuízo para todos os trabalhadores. Posição esta que desde logo contestámos e que considerámos inaceitável, como aliás já o havíamos feito anteriormente.

A empresa decidiu, assim, unilateralmente aplicar o subsídio de estudo nos mesmos moldes do ano passado, isto é, em função das despesas apresentadas por cada trabalhador, com a limitação aos salários ilíquidos até ao valor de 6 x IAS.

A administração, apoiada numa estrutura sindical, deita assim mais uma vez fora, cerca de 18 meses de trabalho da FIEQUIMETAL, deitando fora um acordo que perante o quadro atual seria de claro ganho para a maioria dos trabalhadores!

Indicou ainda a administração que vai continuar a discutir esta matéria com vista ao ano letivo 2018/2019. A FIEQUIMETAL reafirmou que o acordo já obtido é a única matéria possível de cumprir, não existindo espaço para que se possa continuar a brincar com os trabalhadores e os seus direitos!

EDP não assume o acordo sobre o subsídio de estudo!

Conforme havíamos informado anteriormente, realizou-se no dia 16 de maio, em Lisboa, reunião com a administração no âmbito das negociações das matérias pendentes do ACT/2014.

Tendo a administração assumido o compromisso de nesta reunião, informar sobre a sua posição final de aplicar o acordo obtido para os subsídios de estudos a descendentes, a empresa, estranhamente comunicou que não irá aplicar o acordo alcançado na reunião de 09 de maio, apresentando mais uma vez o argumento de não ter sido possível obter acordo de todas as comissões negociadoras sindicais, estratégia que aliás já tinha sido utilizada em outubro de 2016, como forma de fugir a um acordo, daí resultando um enorme prejuízo para todos os trabalhadores. Posição esta que desde logo contestámos e que considerámos inaceitável, como aliás já o havíamos feito anteriormente.

A empresa decidiu, assim, unilateralmente aplicar o subsídio de estudo nos mesmos moldes do ano passado, isto é, em função das despesas apresentadas por cada trabalhador, com a limitação aos salários ilíquidos até ao valor de 6 x IAS.

A administração, apoiada numa estrutura sindical, deita assim mais uma vez fora, cerca de 18 meses de trabalho da FIEQUIMETAL, deitando fora um acordo que perante o quadro atual seria de claro ganho para a maioria dos trabalhadores!

Indicou ainda a administração que vai continuar a discutir esta matéria com vista ao ano letivo 2018/2019. A FIEQUIMETAL reafirmou que o acordo já obtido é a única matéria possível de cumprir, não existindo espaço para que se possa continuar a brincar com os trabalhadores e os seus direitos!