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Acção Sindical

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A CNS/SIESI informa os Trabalhadores que no ultimo dia 2 de Maio entrou em contato com a Direção da Prysmian/Celcat para saber se havia alguma alteração da sua parte, para que se pudesse retomar as negociações do nosso AE.

Assim foi nos dito que nada tinham para nos dizer, mantendo assim a negociação fechada/bloqueada ao qual nós reafirmamos que assim esta direção só esta a contribuir para uma maior degradação do clima social e laboral.

Informamos todos os Trabalhadores que dia 15 de Maio de 2019 se irá realizar Plenário para se fazer a avaliação e discussão do momento atual.

Queremos o que é devido por direito, o cumprimento da lei, sermos parte das discussões e defendermos sempre o interesse dos Trabalhadores.

Por isso a nossa luta, ao longo destes últimos anos e em 2019 já com 6 dias de greve parcial, interpreta o sentimento dos Trabalhadores da Prysmian/Celcat, é inequívoca e não têm contestação possível, bem como as propostas apresentadas para a revisão do AE.

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Plenários: Dia 13 de Maio
início de cada turno (23h30 ; 8h00 e 16h00)
Informação é determinante para o futuro e decisões a tomar!

Como é do conhecimento de todos, a empresa anunciou recentemente um quadro de intenções preocupante quanto ao futuro dos postos de trabalho.

O SIESI participou na abordagem informal que visou, pelo menos pela nossa parte, obter informações que permitam ter uma posição sustentada sobre as questões com que os trabalhadores estão, ou poderão estar, confrontados.

Nesse contexto, era necessário não haver qualquer avanço que não tivesse um ponto de situação sobre a matéria e esclarecer o que se mostra como pertinente em Plenário com os trabalhadores da CSP.

Esta situação não pode ser algo resolvido sem que os directamente envolvidos tenham na sua posse tudo o que lhes possa permitir fazer face a um processo que pode ter consequências complicadas no futuro dos postos de trabalho e das suas vidas.

Assim, solicitamos a presença de todos no plenario, pois só desta forma poderemos encontrar o melhor caminho a percorrer e tomar as decisões que se justificarem.

Nestes plenários serão criadas todas as condições para podermos prestar todos os esclarecimentos colectivos e individuais, no caso de alguns trabalhadores o pretenderem fazer dessa forma.

 

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A unidade vai crescer e a luta vai continuar

A Fiequimetal e os seus sindicatos saúdam os trabalhadores que, de forma determinada, participaram no protesto realizado hoje, em Lisboa, durante a assembleia de accionistas da EDP; saúdam igualmente todos aqueles que hoje fizeram greve, como forma de demonstrarem o descontentamento resultante da desvalorização profissional por que a Administração é responsável.

A acção realizada faz parte de um processo de luta que os nossos sindicatos estão a desenvolver, no sentido de eliminar as diferenças e discriminações que afectam todos aqueles que estão em início de carreira e, em particular, os mais jovens.

Os lucros alcançados nos últimos anos pela EDP contrastam com o nivelamento, por baixo, das condições de trabalho e de remuneração que a Administração procura impor.

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Lutar vale a pena: os trabalhadores da Thyssenkrupp Elevadores aprovam acordo salarial para 2019 a 2022!

Após inúmeras lutas realizadas ao longo dos últimos anos, de forma organizada nos Sindicatos da classe operária da Fiequimetal (SIESI, Site Centro Norte, Site Centro Sul e Site Norte) os trabalhadores da Thyssenkrupp Elevadores aprovaram a proposta de acordo salarial, para 2019 a 2022, por 80% dos votos.

Este acordo tem como principal objectivo:

  • garantir um mínimo de aumento para todos (20,00€), com rectroativos a Janeiro de 2019

  • reduzir a discriminação salarial existente em todas as categorias profissionais com aumento de 60,00€ para os ordenados mais baixos;

  • aumentar o subsídio de alimentação até os 9,25€;

  • aumentar as diuturnidades até os 32,50€;

  • a criação do subsídio de função para os técnicos (devido às especificidades da categoria) no valor de 10,00€ para 2019;

  • a criação do subsídio de insularidade para os trabalhadores dos Açores e da Madeira no valor de 0,50% do ordenado base para 2019;

  • Garantir que nenhum trabalhador ganhe menos de 1.000€ de ordenado base, em 2022.

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A Fiequimetal e os sindicatos realizam esta quarta-feira, dia 24, às 15 horas, junto da sede da EDP, em Lisboa, uma concentração para exigir a valorização das carreiras, em especial dos trabalhadores mais recentes, e dar força às negociações. Publicamos depoimentos de Arménio Carlos, Rogério Silva, Anabela Silva e Hugo Gonçalves.

A acção foi convocada para o momento em que decorrerá, naquele local, a assembleia geral de accionistas.

Foi interposta acção pelo SIESI, que chegou ao Supremo tribunal, em relação ao castigo que o Representante dos Trabalhadores sofreu com a imposição da direção da empresa ao alterar unilateralmente o seu horário de trabalho, diminuindo-lhe a retribuição referente ao pagamento da laboração contínua.

O colectivo de três juizes do Supremo concluiu que a direção da CelCat escamoteia os factos visando “tapar o sol com a peneira”, que age sistematicamente contra os direitos mais básicos dos trabalhadores e dos seus representantes, persiste em continuar a sua prática de “mobbing” contra os representantes dos trabalhadores visando impedí-lo de exercer as suas funções como Dirigente Sindical e membro da Comissão de Trabalhadores.

A direção da empresa violou e viola ostensiva e persistentemente inúmeras normas legais aplicáveis, quer do Código do Trabalho, do Acordo de Empresa e da Constituição da República.

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Acções em curso para melhoria dos salários e condições de trabalho!

No dia 25 de Março, em plenário realizado pela Comissão Sindical do SIESI, os trabalhadores da Prysmian CelCat decidiram dar à Direção a possibilidade de resolver até dia 19 de Abril os problemas apontados.

Perante este cenário, os trabalhadores não têm alternativa e São forçados a avançar com a marcação de greves para os dias 22, 23, 24 26, 29 e 30 de Abril, a desenvolver nos seguintes moldes:

turno: das 00h30 às 02h30, das 05h30 às 07h30;

turno: das 08h30 às 09h30, das 10h30 às 11h30 e das 14h00 às 16h00;

turno: das 17h00 às 18h00, das 19h00 às 20h00 e das 22h30 às 00h30.

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Avança a greve na Celcat

Os trabalhadores da Prysmian/Celcat decidiram, em plenário, avançar com uma greve de 6 dias, em resposta à intransigência da Direcção da empresa em não querer evoluir na negociação das matérias constantes na proposta de revisão do Acordo de Empresa para 2019.

A falta de melhorias nas condições de trabalho, bem como o aumento da exploração sobre os trabalhadores e o crescimento do custo de vida, não são compatíveis com a posição da empresa que apenas se propõe a ajustar os salários em 0,5% e a aplicar a tolerância de ponte no dia 20 de Dezembro, por acto de gestão.

A Prysmian/Celcat tem condições para ir mais longe na negociação e assumir outra posição na negociação, que valorize aqueles que todos os dias geram a riqueza dentro da empresa.

Perante este cenário, os trabalhadores não tiveram alternativa e foram forçados a avançar com a marcação de greves para os dias 22, 23, 24 26, 29 e 30 de Abril, a desenvolver nos seguintes moldes:

1º turno: das 00h30 às 02h30, das 05h30 às 07h30;
2º turno: das 08h30 às 09h30, das 10h30 às 11h30 e das 14h00 às 16h00;
3º turno: das 17h00 às 18h00, das 19h00 às 20h00 e das 22h30 às 00h30.

Ler comunicado aos trabalhadores da Prysmian CelCat

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A cada posto de trabalho permanente, um vinculo de trabalho efetivo!

Por sentença do Tribunal da Relação de Lisboa de 23 de Maio de 2018 e agora confirmado pelo Supremo Tribunal de Justiça vai ser reintegrado um trabalhador ilegalmente despedido pela direção da Prysmian CelCat.

A decisão tomada pelo Tribunal da Relação de Lisboa justifica-se pelo facto de o trabalhador ocupar um posto de trabalho permanente, desempenhar uma função absolutamente necessária ao funcionamento normal e regular da empresa.

Para este processo revelou-se crucial a decisão, por parte do trabalhador, de enfrentar a empresa e, com o apoio do seu sindicato de classe, o SIESI, avançar com a luta na defesa do seu posto de trabalho.

Esta vitória vem no seguimento de muitas outras conquistas, de que é também exemplo as recentes reintegrações de trabalhadores ilegalmente despedidos na Exide, Hanon e Visteon, entre outras.

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Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN estará presente dia 27, pelas 16h00, a contactar os trabalhadores.

A boa adesão dos trabalhadores às greves parciais na Hanon Systems, em Palmela, fez recuar a administração da empresa na sua intransigência em não querer negociar o caderno reivindicativo.

Depois da demonstração de força e unidade dos trabalhadores, a empresa viu-se na obrigação de subir a sua proposta de aumento salarial para os 25€ nos salários até 1.000€, e 2,5% nos salários superiores a 1.000€.

No entanto, os trabalhadores rejeitam esta proposta, por aumentar o fosso entre os salários, por estar aquém das necessidades dos trabalhadores e das possibilidades da empresa e por não haver resposta à maioria das reivindicações presentes no caderno reivindicativo.

Assim, os trabalhadores não têm outra solução que não seja a de paralisar, de novo, a produção naquela que será a 5ª greve parcial, no dia 27 de Março, tendo em vista uma outra resposta por parte da empresa nomeadamente no que diz respeito: ao aumento dos salários de forma digna e justa; à uniformização dos horários de trabalho; à redução dos horários de trabalho e inclusão do tempo de refeição no período efectivo de trabalho; a reposição dos direitos relativos ao pagamento dos tempos relacionados com consultas médicas e outras de natureza equiparada; bem como outras reivindicações presentes no caderno reivindicativo.

No dia 27, pelas 16h00, irão estar presentes dirigentes do SIESI, bem como Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP-IN, para prestar declarações à comunicação social e dar nota dos desenvolvimentos da negociação e da luta em curso.

Ler nota aos Órgãos de Comunicação Social